O Ex e Amigo

Quem conta: anônima
Conta mais: sobre um amor que me enche de saudades.

Éramos bem novinhos quando nos conhecemos, tínhamos por volta dos 14/15 anos. Nos adicionamos nas redes sociais da época e conversávamos sempre! Anos depois, já aos 18, nos reencontramos.

Tudo aconteceu em uma chácara no interior de São Paulo. Família, riso, felicidade… e o nosso primeiro beijo! Muito intenso, aquele fervor. Na hora da despedida, recebi o abraço mais gostoso e apertado que alguém poderia receber (e não podia fazer ideia que ali seria o início de um amor e tanto). Voltei para a casa, em São Paulo, sonhando, sorrindo à toa, imaginando o futuro (mas tambéma pensei que jamais nos encontraríamos novamente).

Ao chegar e abrir o Facebook, a janelinha DELE sobe e meu coração dispara. A cada palavra digitada, era o meu mundo colorido por uma nova cor. Minha família tinha combinado com a dele uma viagem para a Praia Grande. Ansiedade. Felicidade. Saudade… afinal, ele mora no interior.

Às 5h30 de uma sexta-feira ele chega. Era uma mistura de sentimentos inexplicáveis. Foi o feriado mais curto da minha vida. Domingo, 14h da tarde, hora de arrumar as malas e, junto, tomamos uma decisão: namorar! Ele, tímido, pediu a minha mão para minha mãe. Minha felicidade começou ali, dia 31 de março de 2013.

Como em todos os relacionamentos, nos desentendíamos, afinal, era um namoro à distância. Mas esses desentendimentos foram tomando conta de nosso amor e, tempos depois, acabou. Acabou dia 18 de janeiro de 2014, inesquecível. Decidimos nos afastar depois de muita insistência para voltar. Alguns meses depois (novembro 2014), nos reencontramos em um evento no Anhembi. Foi um choque, lembrei de tudo e, claro, desabei.

Naquela madrugada às 3h acordei, involuntariamente, abri o celular e tinha uma mensagem dele. Mal pude acreditar e voltamos a conversar. Em Junho de 2015, ele veio para São Paulo em uma festa. Quando me viu, me deu aquele mesmo abraço: o mais gostoso e o mais apertado que alguém poderia receber.

Mesmo com tantas idas e vindas, quero lembrar que você será sempre, para mim, o mesmo garoto que me conquistou há dois anos atrás. Todas as suas vindas tenho guardadas em meu coração. Coração que transborda de saudade quando lembra da falta que você faz por aqui… e, olha, que falta, viu? Hoje, após muitas mágoas, posso te chamar de amigo, mas tenho fé que um dia, poderei lhe chamar de amor novamente.

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