O Balão

Quem conta: lararolim
Conta mais: gentileza existem em todas as línguas.

Estavámos em Nice, na França, voltando de uma praia e chegando no nosso apartamento. Meu marido parou o carro “rapidinho” em frente a uma garagem para descermos. E enquanto esvaziávamos o porta-malas às pressas (eu, tentando pegar o máximo de coisas possíveis, e minha irmã com o meu sobrinho no colo), passa uma mulher com um balão na mão.

Ela parou do nosso lado e começou a falar um monte de coisas em francês, é claro. Nós, um pouco envergonhadas, tentávamos entender algum detalhe na esperança de poder responder, já que não falamos nada da língua. No final, conseguimos dizer uns 3 ou 4 “merci” (obrigada) e entendemos apenas que ela dizia algo com “enfant” (criança).

Estava claro que ela só queria dar o balão ao meu sobrinho, mas a situação foi tão rápida e ela foi tão simpática, que não tirei sua imagem da cabeça. Foi um daqueles momentos pra não esquecer.

Ela nem imagina, mas aquele simples balão foi a diversão do nosso “enfant” pelos próximos dias.

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